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terça-feira, 11 de setembro de 2007

Ali Faque










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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Amável

Perfil de Amável



...aposta num projecto de fusão de diversos géneros musicais, misturando ritmos como marrabenta e rock com a música clássica.

Este guitarrista moçambicano, que tem uma base muito forte na distorção, apresenta o seu reportório quase sempre com alguma improvisação tornando cada concerto uma peça única.

As influências

Fortemente influenciado pelo músico, compositor e intérprete moçambicano Fanny Mpfumo, a quem considera ter, ao longo da sua vida enquanto músico, produzido composições clássicas, Amável Pinto refere que quando começou a pesquisar a música que a história musical moçambicana o catalogou como o "Rei da Marrabenta", percebeu o grande universo que era. "Acredito que Fanny Mpfumo é capaz de transcender a nossa imaginação e leva-nos a ouvir o que queremos e não aquilo que ele tocou. E quando consegues atingir esse nível é que então és muito forte", disse.

Mas Amável não ficou por aí, pois quando percebeu ser possível fazer fusão da marrabenta com o rock sentiu a necessidade de ter que estudar profundamente o Fanito. "E pesquisar Fanny Mpfumo significava estudar música, mas não devia ser música como o jazz, e sim o que ele próprio tocou, que é a clássica porque a partir daqui tudo se tomaria fácil.

Sou uma mente com fusão

Sou uma mente com fusão, por isso me identifico muito com o Fanny Mpfumo. Mas também tenho muitas coisa dentro de mim, tais como o ter progenitores europeus e ter nascido em Palmeira (Manhiça) e ficado lá até pelo menos aos cinco anos, associado ao facto de ter crescido a ouvir muitos estilos musicais", descreveu-se Amável Pinto, para quem depois de ter passado pelo Rock, com uma passagem, primeiro pelos “Panzers” e depois pelos “Tais” , viu-se na contingência de desenvolver um projecto musical seu: o Etno-Rock-Clássico. Era o materializar de um sonho de miúdo, uma vez que isso lhe permitiria desenvolver todas as suas habilidades, e aprofundar mais o estudo da música clássica.

Para isso, matriculou-se, via correspondência, na Universidade da África do Sul (LTNI-SA), onde este ano (2005) transitou, com mérito, para o sexto de "Guitarra Clássica".

O seu projecto tem conhecido alguns percalços por não ser muito comum. E em relação a isso, Amável Pinto, que participou na produção do disco "Tributo a Fanny Mpfumo", é da opinião que o seu estilo musical, no principio tinha um público demasiadamente dirigido, aliás, como acontece com toda a música que não seja comercial, mas agora, vão se abrindo as alas. Defende-se dizendo que: “agora se uma editora aparecesse e dissesse que para gravar um disco tenho que tocar música comercial, diria que prefiro ser pescador. Não por desdenhar a comercial, mas neste período da minha vida seria difícil fazer isso porque a minha mente quer fazer muita coisa. E fazer música de uma única linha é muito difícil para mim. Não que não possa tocar com os que fazem música comercial, mas é que se formos a ver, 90 por cento dos instrumentistas, neste caso guitarristas, quando querem trabalhar seriamente nunca é sob base da música comercial”, sustentou.


Fonte: Jornal Notícias – Suplemento Cultural - 2005

Guitarrista Amável Pinto em "workshop" de rock


O Guitarrista Amável Pinto realiza este sábado às 11 horas no "Franco-Moçambicano" um workshop de técnicas de guitarra. A iniciativa está enquadrada no concerto de música "Metal Zone 2" que terá lugar no mesmo espaço e dia a partir das 18 horas.

O músico, que igualmente vai actuar nesse concerto, falará sobre as diversas metodologias de toque da guitarra.

Amável Pinto é um dos guitarristas mais importantes do actual universo musical da nossa praça. Ao longo do seu percurso musical desenvolveu um projecto musical de fusão de ritmos musicais como a marrabenta, a música e o rock, o que faz dele um guitarrista impar entre nós. É ainda sobre este projecto e criação de outros que o artista fará uma abordagem no seu workshop.

"Metal Zone 2" é o segundo festival de rock que acontece entre nós e é organizado pela banda Kaspahatola: A primeira edição teve lugar meados deste ano na Escola Industrial 1° de Maio, e pretende exibir os novos conceitos do rock desenvolvidos em todo o mundo neste novo século.

Cartaz do Metal Zone II



Fonte: Jornal Notícias - 26.10.2005


3 Mentes em guitarra



Um concerto proporcionado por três excelentes instrumentistas, com diferentes influências e géneros musicais.

Nanando, Jorge Domingos e Amável, 3 mentes em guitarra, repõe este concerto dois anos depois.

Venha fazer pater de um encontro de novos desafios fazendo da música instrumental moçambicana universal.

Um concerto aberto a troca de experiências e partilha de conhecimentos.

Local: CCFM
Data: 03.11.06 (Sexta-feira)
Hora: 20h30
Entrada: 200MTn





"Três Mente em Guitarra" no "Franco"



Adiado sexta passada devido ao mau tempo, prepara-se tudo para amanhã
"Três Mentes em Guitarra" é a designação do espectáculo que vai ter lugar esta sexta-feira, às 20:30 horas, no Centro Cultural Franco-Moçambicano. O espectáculo vai pôr em palco os guitarristas moçambicanos Nanando, Amável Pinto e Jorge Domingos, três mentes que fazem parte da nata que constitui o orgulho nacional. Carlitos Gove (na viola-baixo) e Helton (na bateria) vão acompanhar este trio naquilo que se pretende seja um espectáculo didáctico.

Pela sua natureza, este espectáculo, que será uma troca das longas experiências acumuladas no exercício das funções destes, é visto como de suma importância para o panorama musical nacional, pois junta três personalidades que apresentam formas distintas de ser e estar no palco. Segundo acredita-se, "Três Mentes em Guitarra" servirá de catalisador de mentes jovens, por causa das atitudes e do trabalho que Nanando, Amável Pinto e Jorge Domingos têm desenvolvido no universo da nossa música, criando estilos próprios e diferentes dos que temos ouvido.~

Um comunicado do Centro Cultural Franco-Moçambicano refere que, "Três Mentes em Guitarra" é um espectáculo que junta três homens três mentes e sentimentos distintos transmitidos pelo mesmo instrumento: a guitarra.

O espectáculo, de acordo com a nota do "Franco", junta três guitarristas de gerações diferentes, com influências igualmente diferentes, porém, guiados pelo mesmo objectivo que é "a fusão de todo um saber sobre a música moçambicana, mais concretamente a marrabenta", refere, acrescentando que virtuosos, versáteis, com uma capacidade extrema, porque exímios executantes, os três guitarristas sabem o que usam, como usá-lo, e sabem ser eles em todos os tempos e momentos, “o que lhes permite levar-nos a um mundo completamente liderado por eles, dentro dos seus padrões", diz.

Este espectáculo é o princípio de um projecto que tem ainda no seu bornal a realização de workshops sobre a guitarra, o uso de equipamentos e do som. Estas realizações estarão mais viradas aos jovens que se iniciam na área musical, pois, segundo acreditam, esta é uma das formas de prepara-los para o futuro.

Nanando: é o mais mais dos guitarristas que estão neste projecto. Em idade e profissionalmente; é um "inspirador", principalmente dos mais jovens. As relações que sempre manteve com grandes nomes da música moçambicana, tais como João Cabaço e Wazimbo, e a sua preocupação em pesquisar e incorporar novos elementos rítmicos, bem como as suas atitudes elevaram-no à categoria de um dos melhores guitarristas da actualidade. Um dos grandes motes de Nanando é a fusão de jazz com a marrabenta.

Jorge Domingos: viveu cerca de 20 anos na República da África do Sul. Trabalhou ao lado de grandes nomes de músicos moçambicanos radicados na RAS, designadamente Gito Baiói e Tananas, sem deixar de lado a sua veia de compositor. De regresso a casa, Jorge Domingos muito rapidamente conseguiu se inserir no espaço musical da praça, sendo uma das figuras que mais se destaca - em casas de música de fusão, para além de trabalhar com grandes músicos na fusão de toda a sua experiência com a marrabenta.

Amável Pinto: jovem guitarrista actualmente a estudar música e guitarra clássica na RAS, Amável abraçou a fusão do rock e da música clássica com a marrabenta. Tem contribuído em projectos como AZAGA (Chico António), João Cabaço e outros nomes sonantes da nossa praça. Amável muito inspira-se em Fanny Mpfumo, o nosso Rei da Marrabenta, estando a trabalhar a sua fusão rítmica dentro da base da música de Fanny.

Fonte: Jornal Notícias (Suplemento Cultural) – 09.03.2005


Três guitarristas, um palco

Os guitarristas de solo Nanando, Amável Pinto e Jorge Domingos vão realizar no dia 11 de Março um espectáculo conjunto que vai ter lugar no Centro Cultural Franco-Mocambicano.

Os três guitarristas, tidos como uma parte da nata dos melhores que a praça tem, serão acompanhados por uma única banda, a ser composta por Carlitos Gove (baixista) e Helton (bateria).

Nanando e Amável Pinto têm projectos musicais que levam os seus nomes, sucedendo que Nanando é lider da banda Ngalanga. Jorge Domingos tem tocado com outros guitarristas de um naipe também bastante invejável.

Este espectáculo», que se assemelha ao projecto dos dez mais guitarristas que também se realiza naquele palco, é o primeiro de uma série que os guitarristas poderão realizar com o passar do tempo.

Fonte: Jornal Notícias – 02.02.05


Amável em "Primeiro Plano" no Gil Vicente

O guitarrista moçambicano Amável Pinto vai tocar esta sexta-feira no Café Gil Vicente, num espectáculo agendado para ter início às 22 horas.

Para o seu concerto, Amável convidou Jorge Domingos, ex-guitarrista do falecido baixista moçambicano Gito Baiói, assassinado em finais de Abril deste ano na República da África do Sul, onde residia há mais de 20 anos, com o qual vai tocar algumas músicas. Na bateria, Amável contará com a prestação de Elton, da banda Rockfeller´s, e de Cartitos Gove, no baixo, da banda de afro-jazz Nondje.

Este é o primeiro concerto em que Amável aparece em "Primeiro Plano", esperando, porém, que até ao final do ano realize pelo menos mais dois espectáculos.

Fonte: Jornal Notícias (suplemento cultural)-24.11.04




Sons de Amável no "Gil Vicente"

O guitarrista moçambicano Amável vai apresentar um concerto musical sexta-feira no espaço do Café Gil Vicente. Autor de ritmos clássicos que se misturam com rock numa base de marrabenta, Amável é acompanhado no seu projecto por Carlitos Gove que toca viola baixo, Riquito Mafambane, na bateria, e tem como convidada a violinista holandesa Wilma Thalen.

Inspirado na marrabenta do grande compositor e instrumentista Fanny Mpfumo, Amável denomina o seu estilo de EtnoRockClássico, em alusão aos estilos diferenciados que se compenetram na sua música, transformando-se desta feita num diálogo universal e espontâneo com muitas influências étnicas. Amável foi fundador das bandas de rock Panzer, nos anos 80 e Os Tais, na década 90.

Fonte: Notícias (Cultura) - 06.11.03

3 Mentes em Guitarra


A TVCabo Moçambique foi a patrocinadora principal da segunda edição do projecto musical "3 Mentes em Guitarra", que pôs em palco os guitarristas moçambicanos Amável Pinto, Nanando e Jorge Domingos.

A realização da segunda edição, aconteceu no Centro Cultural Franco Moçambicano, e teve como pano de fundo a gravação de um DVD, a partir dos concertos realizados, incluindo as técnicas de execução de
cada um dos guitarristas.

A gravação do espectáculo ficou a cargo da TVM, que depois irá disponibilizar as imagens para o Canal Afro Music Channel, que irá dar um destaque a este evento.

Este trabalho será posteriormente posto a disposição do público, principalmente dos jovens que estão a iniciar-se na área da guitarra.

A particularidade deste projecto baseia-se essencialmente no facto de cada um dos instrumentistas evoluir individualmente no seu género musical que vai do jazz, passando pelo rock até ao pop, tendo como base a Marrabenta.

Do evento destacou-se o facto de em palco, eles terem tido a capacidade de partilhar momentos ímpares de um concerto onde a improvisação singulariza esta forma de ser e de estar destes artistas.

O público participou em grande quantidade, admirando a mestria destes músicos moçambicanos em palco.

Fonte Tvcabo Moçambiuqe







sexta-feira, 7 de setembro de 2007

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Trio Fam - De Maputo a Rovuma









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TIME-MOZAM (Cândido Xerinda)

Musica de Moçambique (feita por Cândido Xerinda e a sua banda)


O conjunto TIME-MOZAM' foi criado pelo musico moçambicano residente na França,chamado cândido Xerinda. é Uma forma de fazer conhecer um aspecto da cultura de Moçambique fora das fronteiras...

Nji Karhalile (Album "Mwana Maputo" 2005) adicionado em domingo 15 abril 2007 17:43

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TIME-MOZAM MUSIC (O tempo de Moçambique) adicionado em domingo 15 abril 2007 17:54

Blog de time-mozam : Musica de Moçambique (feita por Cândido Xerinda e a sua banda), TIME-MOZAM  MUSIC (O tempo de Moçambique)

TIME-MOZAM'
é o nome do conjunto musical do musico moçambicano , residente na França, chamado Cândido Xerinda. Este projecto nasceu em 1991, na cidade de Montpellier, no sul da França.

Na banda é constituida por instrumentistas de nacionalidades diversas como senegaleses, malgaches e françeses.

O estilo de base é a Marrabenta e o Mutimba. Mas existem muitas outras influências dos ritmos e melodias tradicionais de Moçambique e de outras partes do mundo.

Desde a fundação do conjunto TIME-MOZAM', a ideia do Cândido era a divulgação da cultura de Moçambique através da musica e com base nas suas proprias composições.

A aposta foi ganha, pois no sul da França a musica Moçambicana ja é uma realidade e consegue estar ao mesmo nivel da musica das outras nacionalidades africanas.

Quando se evoca a musica moçambicana, o nome de Cândido é a unica referência nessa região da França.
A notar :
- Muitos concertos na região sul da França ( Montpellier,Nimes Avignon, Marseille, Béziers,, Arles, Toulose …)
- Show case, et concertos em primeira parte
- Muitos festivais (primera parte de Manu DiBango et de Salif Keita), Judith Sepfuma, etc

Vencedor do concurso " Ngoma Moçambique 99 " com a cançao n° 7 do album Metilene ( XIGUBO) : A melhor canção do ano 1999 .

Varias digressões ao nivél internacional: Em Moçambique, na Nova Caledonia, na Polonia,etc... a musica do Time-mozam (dirigido pela Cândido) é sempre bem recebida pelo publico...com muita emoção...


Ximeliyana (1999) adicionado em quarta 18 abril 2007 19:18

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Titulo do primeiro Album de TIme-Mozam "METILENE"

O Concerto de 12 de Maio na cidade de Montpellier (França) adicionado em quinta 17 maio 2007 17:01

Blog de time-mozam : Musica de Moçambique (feita por Cândido Xerinda e a sua banda), O Concerto de 12 de Maio na cidade de Montpellier (França)
O concerto do dia 12 de Maio 2007, na salle de concertos "LE JAM", Montpellier, França. Diversidade, Boa energia e Boas Vibrações caracterizaram essa grande "Soirée" de Musica moçambicana. O Show começou com um duo Convidado "JESSE e TRECY", duas guitarras acusticas e dua vozes africanas que fazem pensar ao Lokua Kanza...Uma Maravilha. Durante o intervalo uma outra banda convidada "Axe Folia" Fez uma demonstração da dança samba do Brasil (10 bailarinas). O Time-Mozam estava com toda sua força e energia com os 6 Musicos talentosos no palco: Cândido (guitarra e voz), Cécilia (flauta e voz), Stéphane (percussão), Hery (Teclados), Kossia Nanzé (viola baixo) e Jules na Bateria. Foram interpretados temos do Primeiro album (Metilene) e também do ultimo album (Mwana Maputo). O publico respondeu "Presente" com muita força e muito calor. Uma "Soirée" musical que durou mais de 2 horas Pois o Publico queria sempre mais... Inesquecivél para que teve a sorte de estar fisicamente présente...

O "Time-Mozam" no dia da lingua portuguesa adicionado em domingo 10 junho 2007 14:49

Blog de time-mozam : Musica de Moçambique (feita por Cândido Xerinda e a sua banda), O
Uma maravilhosa actuação do "Time-Mozam" (em TRIO), no dia 31 de maio no centro da Unesco em Paris. O evento foi na ocasião do encontro da CPLP ( dia da lingua portuguesa) que O Cândido, A Cécilia e O Hery (Uma parte do TIME-MOZAM) deram uma brilhante actuação que encantou o publico presente.

Dj Ardilas






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360 Graus







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Valdemiro José




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Yara

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Entrevista a Yara


Moça, cantora e talentosa. Yara fala de si...

Redação Maputo: Como descreves a Yara?
Yara: Eu sou uma jovem normal como todas as outras da minha idade. A única diferença é que eu canto, não tenho vícios e aprendi a ser independente muito cedo e a deixar de fazer certas coisas para não chamar atenção dos meus fãs e admiradores do meu talento.

Defeitos: teimosa, mimada, cumilona, viciada em chocolate e peluches, chorona (não consigo ver nada dramático que emociono-me e choro logo), “Fala-fala” – “estou sempre a falar”.

Qualidades: Simpática, amiga, compreensiva, paciente (para certas coisas), social, meiga e muito talentosa – a minha mãe chama-me de "jeitosa".

Quando é que começaste a cantar? Sempre quiseste cantar, ou esse fascínio veio mais tarde?
Comecei a cantar com 14 anos ia fazer 15. Tudo começou em Novembro em 1997, por pura brincadeira da minha “mamy”, ela sempre ouvia-me cantar na casa de banho e como o Mahel precisava de alguém para fazer os coros, ela sugeriu: “porque não levas a Yara?”
E foi assim que começou o bichinho da musica.
Nunca foi meu sonho ser cantora, nasci com essa dádiva de Deus, na verdade isso já vem de gerações por parte da família da minha “mamy” (é uma historia muito longa).

A música é para mim um hobby, é uma forma de me divertir e encantar os outros que gostam da minha voz.

Como foi gravar o primeiro álbum?
Vou confessar que tive medo, pois, era muito pequena e estava a entrar numa outra vida - eu não acreditava no meu talento - e estava muito constipada quando ligaram me e disseram que ia gravar com o grande músico e produtor angolano Yé-Yé, mas quando as pessoas começaram a comprar os meus discos, a participar nas minhas entrevistas (em televisão, rádio), e a elogiar-me comecei a ter mais confiança em mim.

Quem são os teus cantores favoritos?
Gosto muito da J-lo, Mingas, Ancha, Eminen, Swit, Dina Medina (foi com uma canção dela que me lancei na carreira musical), Kenny G, Djavan (adoro-o) e, claro o Michael Jackson. Enfim, gosto de todos os géneros de música desde que tenha qualidade de som e seja rica na composição.

Quem convidarias para fazer um dueto numa “love song”?
Não sei, pois não substimo o talento e a boa vontade de alguém que tenha boa voz e talento e que queira cantar comigo, para quem não sabe eu já gravei muitas "love songs", com o Mahel, Oliver Style, Ziqo e com o Nelton Miranda que é um dos produtores do meu mais recente álbum.

Como é que é ser-se conhecida? Ter fãs?
Ser conhecida e ter fãs é uma maravilha - sentir o afecto de alguém que faz de ti um mini “Deus” é outra coisa - adoro ser invadida por fãs, dar autógrafos, conversar com eles, ver o brilho no olhar de alguém quando me vê faz o meu dia.
Principalmente as crianças que adoram e fazem de mim o ideal daquilo que elas um dia gostariam de ser, ou serão, pois elas são de todos os meus fãs os mais sinceros, são os meus anjinhos (e eu não faço musica para crianças, imagina se fizesse!).
Mas tem a parte “chata”: não tens privacidade, não podes fazer nenhuma "macacada" que eles estão logo ali para criticar ou “fofocar”, enfim tens de ter cuidado com o que fazes.

Qual foi piropo mais maluco que já recebeste de um fã?
Foi quando fui a Quelimane e um fã tinha no seu carro a matricula com o meu nome. Já recebi cartas longas de uma família inteirinha que dizia que eu era a deusa deles, presentes sem identificação (só vinha escrito admirador secreto), telefonemas de todas as províncias no dia do meu aniversário, fãs de fora do pais (Inglaterra, Angola, Portugal, Espanha, Holanda, etc) que ligam e dizem o quanto gostam de mim e de me ouvir cantar.

Sabemos que estás a estudar comunicação. Depois de terminado o curso, largarás a música?
Não tenciono deixar a música, sempre que puder “vou dar um tostão da minha voz”, mas é claro que vou me dedicar mais a carreira de comunicação.

Como é que vês o actual cenário musical nacional?
A música moçambicana está a ir muito bem, tirando algumas coisas que com tempo mudará. Hoje já se vê novas caras, música diversificada e o povo moçambicano adere bastante a música do seu país.

Regra geral, os cantores moçambicanos não promovem os seus trabalhos junto dos media. Achas que é por falta de oportunidade?
Não, eu acho que os próprios não fazem a sua promoção, os media ajudam-nos bastante e é graças a eles que nós vendemos, pois promovem-nos.


A Yara cantora é vaidosa? Tem muito cuidado com a imagem?
Vaidosos somos todos, mas eu não gosto muito de pinturas nem de muitos adornos. Gosto de estar a vontade comigo mesma, sou muito natural, mas sempre com aquele toque especial, se não ninguém olhava para mim.

Preservo bastante a minha imagem e gosto de fazer uso da beleza que tenho.

Lançaste este ano o teu terceiro disco. Como o descreves?
A Outra Porta está a ser p’ra mim um grande desafio, pois tem nele tipo de músicas que nunca cantei e estou pela primeira vez a gravar com produtores moçambicanos e bons (Zé Pires dos K10 e o Nelton Miranda dos Sáldicos), canto em línguas diferentes da minha terra.
O disco está a ser um sucesso – até o tocam nas discotecas, coisa que não se faz sempre nas discotecas aqui de Maputo - nas províncias sempre tocaram muita musica moçambicana.

O que gostas de fazer nos tempos livres?
Dormir, ler, namorar, passear bastante para fora de Maputo, ir as lindas praias que tenho no meu pais, dançar, desenhar e ver televisão.

Que cidade gostarias de visitar?
Eu gostaria de conhecer a Ilha de Moçambique, os EUA, Brasil, Ilha de Ibiza e o México - são regiões interessantes.

Sida...
Sida é uma doença que as pessoas não levam a sério, pensam sempre que elas nunca vão ser atingidas pelo vírus, muita das vezes começa por uma pequena doença de transmissão sexual e a pessoa simplesmente balda-se se e não se trata. Outras vezes é por pura birra “não como banana com casca”, “porque, queres o preservativo andas a trair-me?”.
O jovem tem que acordar e ver que a vida não é um mundo de fantasias e que juntos todos combatem a SIDA.

Se tivesses que transmitir ao público uma mensagem, ou um pensamento importante, o que dirias?
Estudem, curtam a vida mais não abusem dela porque pode dar-vos a volta por cima e sem se aperceberem já vos aprontou.

16.10.03

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Mahel

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Enviem nos elementos

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Denny Og



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Discografica - A editar









Noticias

"Até que a morte nos separe" é o disco que Denny OG que se lança no dia 25 de Dezembro no espaço do "Matchiki-Tchiki" ao som de outros convidados da mesma linha musical, o hip-hop. Trata-se do Trio Fam, 360°, Lisa James, Estaca Zero e DRP.
A música vai fazer "casamento" com outras expressões artísticas, nomeadamente a dança a ser protagonizado pelo Grupo Tropical. Na ocasião, haverá um momento para mostrar aquilo que os nossos costureiros e estilistas propõem para este verão, apresentando modelos femininos e masculinos.

Da África do Sul, espera-se a presença do "Dj" Patrick, num ambiente que se espera venha a amanhecer.

Fonte: Jornal Notícias (suplemento cultural) – 22.12.04

Vídeos
Denny Og - Minha Namorada

Denny OG in Coconut



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Dama Do Bling














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VÍDEOS
Dama do bling-boy

Dama do Bling - Dança do Remexe
















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Zico








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Noticias

O músico moçambicano Zico, autor do conhecido tema Maboazuda, lançou no último sábado em Maputo, o seu quarto álbum que leva o nome de uma das canções mais conhecidas do seu trabalho: "Maboazuda".
Este lançamento aconteceu num espectáculo apresentado no "Coconuts", onde para além dele participaram Lizha James, Dama do Bling, Danny OG e a banda Mina Mawe, proveniente da África do Sul.

Foi uma noite importante para Zico, porque ali mesmo assinou um contrato com a mCel, empresa que a partir de agora passará a usar a sua imagem para fins publicitários.

Representado pelo seu manager, Bang, que é igualmente líder da Entertainment, que cuida da imagem e projecção dos artistas Lizha James, Danny Og, Dama do Bling, Zico assinou o contrato com muita emoção.

O lançamento do disco, composto por dez temas que nos trazem várias mensagens do quotidiano dos moçambicanos, incluindo o HIV/SIDA e o futuro da juventude, foi, para além disso, porque este compromisso, que acontece na esteira do Verão Amarelo da mCel, vai abrir outros horizontes para o músico.

"Estou feliz por ter assinado este contrato. Isso dignifica não apenas a mim como músico, mas a todos os moçambicanos que começam a ter credibilidade no seio da sociedade."

Brevemente, Zico fará o lançamento de um disco com Danny OG. "É um disco em que trabalhámos juntos e a abordagem é sobre o metical da nova família".


Fonte: www.jornalnoticias.co.mz – 16.10.06

VÍDEOS
Ziqo - Ma Boazuda

Zico - Tauas/Vamos Embora

Entrevista do Moçambicano Zico para Musicas de África




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Lizha James












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Entrevistas

Lizha James melhor artista africana


A moçambicana Lizha James venceu domingo o prémio para "Melhor Artista Feminina de África" na gala dos Channel O Music Awards, que domingo teve lugar em Joanesburgo, na África do Sul.

Apesar de não ter sido totalmente vitoriosa, a cantora pode dar-se por satisfeita, uma vez que venceu uma das duas principais categorias a que tinha sido nomeada.

Lizha não venceu os prémios para Melhor Vídeo Feminino e Melhor Novo Artista Africano. A cantora recebeu as nomeações graças à sua canção "For Ali Ya", uma das suas últimas criações.

O sul-africano Zola recebeu o prémio de Reconhecimento Especial pelo seu papel na influência moral à juventude no continente, sendo notável o seu trabalho como embaixador da boa vontade para o UNICEF no Leste de África.

Fonte: Jornal Notícias – 17.10.06

Lizha James leva "ragga" a Quelimane


Depois do sucesso de lançamento em Maputo do CD "Rainha do Ragga" de Lizha James a sua produtora, a Bang Entertainment e sua editora, a Vidisco Moçambique acharam por bem apresentar esta obra sábado, dia 5 para o público da cidade de Quelimane. O acto tem lugar no Pavilhão de Quelimane.

E tal como aconteceu em Maputo, a cantora vai extrair temas deste novo projecto de originais com 17 faixas. Trata-se de temas como "Em Chamas", "Vou te azer chorar", "4 All Ya", "Diálogos", 'Vamos Lá Curtir a Party" e "Este é o meu lia a dia". Antes, porém, passam como convidados o Mc Roger, que tem o álbum "Best of", Oliver Style, Danny OG, Neyma e Dama do Bling. O evento decorre sob o signo "Verão Amarelo" da mCel.


Fonte: Jornal Notícias (Suplemento Cultural) - 02.11.2005


Lizha James apostada em ser “mais moçambicana”


Aos 24 anos de idade, metade deles se confundem com a música, sua principal paixão. Atingiu a notoriedade com “Maxaca”, seu segundo álbum, que foi um sucesso assinalável pelo menos no que respeita à música feita por jovens da nova geração, figurando desta maneira no lote dos senhores dos palcos na actualidade.

De sucesso em sucesso, Elisa Lisete James Humbane, de seu nome completo, filha de matsuas do interior do distrito de Massinga, em Inhambane, decidiu parar no tempo e recuar um pouco no espaço para reflectir sobre o estilo de que a deve caracterizar.

Numa entrevista ao “Notícias” em Inhambane, a jovem cantora promete que o seu terceiro disco, que poderá lançar em finais deste ano ou em princípios de 2008, será diferente.

Porque?, perguntamos, ao que ela respondeu: “porque se trata de um divórcio autêntico com o estilo que venho cantando desde que entrei para esta arte”, respondeu, ajuntando que se vai distanciar um pouco do ragga.

“Neste disco, que se intitulará ‘Pandza’, parto ao encontro da minha própria identidade, quero falar de uma realidade objectiva, ou seja do dia-a-dia dos moçambicanos numa melodia que igualmente vá ao encontro das minhas raízes”, afirma Lizha, acrescentando que doravante precisa de transmitir o ser moçambicano.

“É função de todos que trabalham na cultura transmitir a sua própria identidade. Neste álbum além de cantar a realidade do meu país, tenho muito instrumentos tradicionais”.

O debate que se desenrola no país sobre a qualidade da música feita pela nova e antiga gerações não tem razão de ser, para Lizha James, pois “os antigos músicos são bibliotecas da arte moçambicana e não se deviam revoltar com os jovens”.

“Eles são a fonte da nossa inspiração, devem estar mais perto de nós, para transmitir a sua experiência na música, devem nos dar conselhos, pois os jovens, assim como em qualquer actividade, são continuadores.

Eles devem começar a passar o testemunho da sua carreira a nós”, explica a cantora, para quem independentemente de estilos diferenciados tratados pelos jovens músicos, eles são parte integrante e útil na nossa cultura.

Lizha, que em três anos já gravou cerca de dez vídeo-clipes, fez cerca de cem espectáculos dentro do país e dois na África do Sul, considera que Moçambique paulatinamente está a sair do anonimato no que diz respeito à música, pois, segundo constata, já é possível em Moçambique fazer-se um concerto bastante concorrido com produto nacional, sem ser necessário recorrer aos estrangeiros”.


Fonte: www.juornalnoticias.co.mz – 12.07.07









VÍDEO

Lizha James - Numa wa mina

Lizha James - 4 all ya

























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